"Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos constituí para que vades e produzais fruto, e o vosso fruto permaneça. Eu assim vos constituí, a fim de que tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome, ele vos conceda."João 15,16

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domingo, 15 de maio de 2016

Pentecostes... a vinda do Espírito Santo sobre a Igreja!

VINDE ESPÍRITO SANTO....

Olá irmãos e irmãos que a paz de Cristo esteja com todos vocês!

Pentecostes

"O Espírito Santo é o único que pode ajudar as pessoas e as comunidades a libertarem-se dos velhos e dos novos determinismos, guiando-os com a Lei do Espírito que dá a vida em Cristo Jesus." (João Paulo II) 



Hoje toda igreja comemora Pentecostes,vinda do Espírito Santo,nascimento da Igreja.Como igreja e catequista  é uma alegria participar dessa festa!
"Ao término do período de cinqüenta dias após a Páscoa, a festa de Pentecostes, a vinda do Espírito Santo sobre os apóstolos, marca o cumprimento da promessa de Jesus Cristo: "Quando vier o Paráclito que vos enviarei de junto do Pai, o Espírito da Verdade que vem do Pai, ele dará testemunho de mim.E vós também dareis testemunho, porque estais comigo desde o princípio"(João 15,26-27).

 E João acrescenta ainda:"Quando vier o Espírito da Verdade, ele vos conduzirá à verdade plena, pois não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas futuras! (João 16,13)

Assim como os Apóstolos reunidos no Cenáculo receberam o Espírito Santo, hoje a noite em nossa paróquia perante e com toda a comunidade iremos renovar nossos compromissos com a igreja. E juntos receberemos o Espírito Santo ,que nôs dará a força necessária para darmos continuidade no  anúncio do Evangelho.


Sendo assim eu Patrícia renovo meus compromissos com a igreja e também com os CATEQUISTAS UNIDOS!

....Porque EVANGELIZAR é PRECISO!

Segue abaixo a lista dos blogs desse grupo abençoado que eu tenho a honra e  muito orgulho de pertencer!


Roberto Garcia/Blog do Catequista Roberto



Jonathan Cruz / Catequese Com Crianças



Layse Bispo/ Catequese Kids



Claúdia De Jesus Pinheiro/ Catequese na Net



Wania Dias/ Catequista Wania



Érica Magro / Catequizando com Amor


Patrícia Bonot / Catequizando Com Jesus



Kesia Lima / Jardim da Boa Nova



Angela Rassele Corteletti / Nos Passos de Jesus


Sheila Jorge / Semeando Paz 


Imaculada Cintra / Sou Catequista de IVC


Ana Paula Brito Generoso  / Tia Paula 


Silvanety Gonçalves Martins David / Vinde Todos Evangelizar 



SHALOM

sábado, 18 de maio de 2013

A Solenidade do Pentecostes



No dia de Pentecostes o Espírito Santo desceu com poder sobre os Apóstolos; teve assim início a missão da Igreja no mundo. O próprio Jesus tinha preparado os Onze para esta missão aparecendo-lhes várias vezes depois da sua ressurreição (cf. Act 1, 3). Antes da ascensão ao Céu, ordenou que "não se afastassem de Jerusalém, mas que aguardassem que se cumprisse a promessa do Pai" (cf. Act 1, 4-5); isto é, pediu que permanecessem juntos para se prepararem para receber o dom do Espírito Santo. E eles reuniram-se em oração com Maria no Cenáculo à espera do acontecimento prometido (cf. Act 1,14). 

Permanecer juntos foi a condição exigida por Jesus para receber o dom do Espírito Santo; pressuposto da sua concórdia foi uma oração prolongada. Desta forma, encontramos delineada uma formidável lição para cada comunidade cristã. Por vezes pensa-se que a eficiência missionária dependa principalmente de uma programação atenta e da sucessiva inteligente realização mediante um empenho concreto.

Sem dúvida, o Senhor pede a nossa colaboração, mas antes de qualquer resposta nossa é necessária a sua iniciativa: é o seu Espírito o verdadeiro protagonista da Igreja. As raízes do nosso ser e do nosso agir estão no silêncio sábio e providente de Deus.

As imagens que São Lucas usa para indicar o irromper do Espírito Santo o vento e o fogo recordam o Sinai, onde Deus se tinha revelado ao povo de Israel e lhe tinha concedido a sua aliança (cf. Êx 19, 3ss). A festa do Sinai, que Israel celebrava cinquenta dias depois da Páscoa, era a festa do Pacto. Falando de línguas de fogo (cf. Act 2, 3), São Lucas quer representar o Pentecostes como um novo Sinai, como a festa do novo Pacto, na qual a Aliança com Israel se alarga a todos os povos da Terra. A Igreja é católica e missionária desde a sua origem. A universalidade da salvação é significativamente evidenciada pelo elenco das numerosas etnias a que pertencem todos os que ouvem o primeiro anúncio dos Apóstolos (cf. Act 2, 9-11).

O Povo de Deus, que tinha encontrado no Sinai a sua primeira configuração, hoje é ampliado a ponto de não conhecer qualquer fronteira de raça, cultura, espaço ou tempo. Diferentemente do que tinha acontecido com a torre de Babel (cf. Jo 11, 1-9), quando os homens, intencionados a construir com as suas mãos um caminho para o céu, tinham acabado por destruir a sua própria capacidade de se compreenderem reciprocamente. No Pentecostes o Espírito, com o dom das línguas, mostra que a sua presença une e transforma a confusão em comunhão. O orgulho e o egoísmo do homem geram sempre divisões, erguem muros de indiferença, de ódio e de violência.

O Espírito Santo, ao contrário, torna os corações capazes de compreender as línguas de todos, porque restabelece a ponte da comunicação autêntica entre a Terra e o Céu. O Espírito Santo é Amor.

Mas como entrar no mistério do Espírito Santo, como compreender o segredo do Amor? A página evangélica conduz-nos hoje ao Cenáculo onde, tendo terminado a última Ceia, um sentido de desorientação entristece os Apóstolos. A razão é que as palavras de Jesus suscitam interrogativos preocupantes: Ele fala do ódio do mundo para com Ele e para com os seus, fala de uma sua misteriosa partida e há muitas outras coisas ainda para dizer, mas no momento os Apóstolos não são capazes de carrregar o seu peso (cf. Jo 16, 12). Para os confortar explica o significado do seu afastamento: irá mas voltará; entretanto não os abandonará, não os deixará órfãos.

Enviará o Consolador, o Espírito do Pai, e será o Espírito que dará a conhecer que a obra de Cristo é obra de amor: amor d'Ele que se ofereceu, amor do Pai que o concedeu.

É este o mistério do Pentecostes: o Espírito Santo ilumina o espírito humano e, revelando Cristo crucificado e ressuscitado, indica o caminho para se tornar mais semelhantes a Ele, isto é, ser "expressão e instrumento do amor que d'Ele promana" (Deus caritas est 33).

Reunida com Maria, como na sua origem, a Igreja hoje reza: "Veni Sancte Spiritus! Vem, Espírito Santo, enche os corações dos teus fiéis e acende neles o fogo do teu amor!".

Amém.





sábado, 26 de maio de 2012

Pentecostes

  
 Os judeus  tinham uma festa de Pentecostes, que se celebrava 50 dias após a páscoa.  Nesta festa, recordavam o dia em que Moisés subiu ao monte Sinai e recebeu as tábuas da Lei, contendo os ensinamentos dirigidos ao povo de Israel. Celebravam assim, a  aliança do Antigo testamento que o povo estabeleceu com Deus: Eles se comprometeram a viver segundo seus mandamentos e Deus se comprometeu a estar sempre com eles.
Vinham pessoas de todos os cantos para a festa de Pentecostes no Templo de Jerusalém. Deus havia prometido mandar seu espírito em ocasiões diversas: Durante a Última Ceia,  Jesus lhes promete a  seus apóstolos o seguinte: “Eu rogarei ao Pai e Ele vos dará outro Consolador, para que fique eternamente convosco. O Espírito da  verdade, quem o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conhecereis, porque ficará convosco e estará em vós.” (Jo 14, 16-17)
Mais adiante lhes disse:  “Disse-vos estas coisas, permanecendo convosco. Mas o Consolador, que é o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar tudo o que vos tenho dito” (Jo 14, 25-26)
 Ao terminar a  cena, volta a fazer a mesma promessa: “Contudo, digo-vos a verdade, a vós convém que eu vá; se eu não for, não virá a vós o Consolador; mas, se eu for, vo-lo enviarei. Ele, quando vier, argüirá o mundo do pecado, da justiça e do juízo. Sim, do pecado, porque não creram em mim; da justiça, porque vou para o Pai e vós não mais me vereis;  Enfim, do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado. Tenho ainda muitas coisas a vos dizer, mas vós não as podeis suportar agora. Quando, porém, vier o Espírito da verdade, conduzir-vos-á à verdade integral. Pois, não há de falar de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e anunciar-vos-á as coisas que estão por vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo anunciará.” (Jo 16, 7-14)
 No calendário do ano litúrgico, comemora-se Pentecostes no domingo subseqüente à festa da Ascensão de Jesus.  O significado do termo para os católicos, representa a festa celebrada pela Igreja 50 dias após a Ressurreição de Jesus (Páscoa).
 Depois da Ascensão de Jesus,  encontravam-se os apóstolos reunidos com a Mãe de Deus. Era o dia da festa de Pentecostes. Os apóstolos tinham medo de sair para pregar. Repentinamente, escutou-se um forte vento e línguas de fogo pousaram sobre cada um deles.  Cheios do Espírito Santo, passaram a falar em línguas desconhecidas.  Nesses dias, haviam muitos estrangeiros em Jerusalém, que vinham de todas as partes do mundo para celebrar a festa de Pentecostes judia. Cada um ouvia falar os apóstolos em sua própria língua e  compreendiam perfeitamente o que eles falavam. Todos eles, nesses dias, não tiveram medo e saíram a pregar ao mundo os ensinamentos de Jesus.  O Espírito Santo lhes concedeu forças para a grande missão que tinham de cumprir:  Levar a Palavra de Jesus a  todas as nações e  batizar todos os homens em nome  do Pai, do Filho e do Espírito Santo.  O Espírito Santo de Deus é a terceira pessoa da Santíssima Trindade. A Igreja nos ensina que  o Espírito Santo é o amor que existe entre o Pai e o Filho. Este amor é tão grande e  perfeito que forma uma terceira pessoa. O Espírito Santo enche nossas  almas no Batismo e depois, de maneira perfeita, na Confirmação.  Com o amor divino de  Deus dentro de nós, somos capazes de amar a Deus e ao próximo. O Espírito Santo nos ajuda a  cumprir nosso compromisso de  vida com Jesus.   

Sinais do Espírito Santo - O vento, o fogo e a pomba 

Estes símbolos nos revelam o  poder que o Espírito Santo nos dá:  O vento é uma força invisível, porém,  real.  Assim é o Espírito Santo.  O fogo, é um elemento que limpa. O Espírito Santo é uma força invisível e poderosa  que habita em nossos  corações e purifica nosso egoísmo para dar espaço ao amor. A pomba representa a simplicidade e a pureza que devemos cultivar em nosso coração. 
Nomes do Espírito Santo
O Espírito tem recebido diversos nomes ao longo do Novo testamento: O Espírito de Verdade, o Advogado, o Paráclito, o Consolador, o Santificador.

Missão do Espírito Santo

1. O Espírito Santo é santificador:  Para que o Espírito Santo possa cumprir com sua função,  é necessário que nos entreguemos totalmente a Ele e deixemo-nos conduzir docilmente por suas inspirações, para que possamos nos aperfeiçoar e crer todos os dias na santidade. 
2.  O Espírito Santo mora em nós:  Em João 14, 16, encontramos a seguinte passagem:   “Eu rogarei ao Pai e Ele vos dará outro Consolador, para que fique eternamente convosco”. Também  em I Coríntios 3, 16:  “Não sabeis que sois templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós?”.  E por esta razão é que devemos respeitar nosso corpo e  nossa  alma. Está em nós, porque é o “doador da vida” e do amor.  Se nos entregarmos à sua ação amorosa e santificadora,  fará maravilhas em nós.  
3. O Espírito Santo ora em nós: Necessitamos de  um grande silêncio interior e de uma profunda pobreza espiritual para pedir que ore em nós o Espírito Santo. Deixar que Deus ore em nós sendo dóceis ao Espírito. Deus intervém por aqueles que o amam.
4. O Espírito Santo nos leva a verdade plena: Ele nos fortalece para que possamos ser testemunhas do Senhor, nos mostra a  maravilhosa riqueza da mensagem cristã, nos enche de amor, de paz, de gozo, de fé e crescente esperança. 

O Espírito Santo e a Igreja: 
Desde a  fundação da  Igreja no dia de Pentecostes, o Espírito Santo é quem a constrói, anima e santifica, lhe dá vida e unidade e a  enriquece com seus dons. O Espírito Santo segue trabalhando na Igreja de muitas maneiras distintas, inspirando, motivando e impulsionando os cristãos,  em forma individual ou como Igreja num todo, ao proclamar a Boa Nova de Jesus. 
Por exemplo, inspira ao Papa a levar suas mensagens apostólicas à humanidade;  inspira o bispo de uma diocese a promover determinado apostolado, etc.
O Espírito Santo assiste especialmente  ao Representante de Cristo na Terra, o Papa, para que guie retamente a Igreja e  cumpra seu trabalho de pastor do rebanho de Jesus Cristo.
O Espírito Santo constrói, santifica, dá vida e  unidade à Igreja.
O Espírito Santo tem poder de nos animar e nos santificar e lograr êxito em nossos atos que, por nossas forças, jamais realizaríamos.  Isto o faz  através de seus sete dons. 

*SABEDORIA
*ENTENDIMENTO
*CONSELHO
*CIÊNCIA
*FORTALEZA
*PIEDADE
*TEMOR DE DEUS 

              

sexta-feira, 25 de maio de 2012

A Virgem Maria e o derramamento do Espírito

“Todos eles perseveravam na oração em comum, junto com algumas mulheres — entre elas, Maria, mãe de Jesus — e com os irmãos dele” (At 1, 14).



Depois da morte e ressurreição de Jesus, Maria permaneceu com os discípulos para confirmá-los na fé. Pois, eles estavam assustados com a perseguição por parte dos judeus e dos romanos. Além disso, estavam decepcionados consigo mesmos, pois abandonaram o Mestre quando este foi preso pelos soldados romanos. Jesus foi flagelado, crucificado e morto, sem que nenhum deles reagisse contra a situação. Pedro, que foi constituído o primeiro deles, negou o Senhor três vezes (cf. Lc 22, 61).
A esta altura você deve estar se perguntando: qual foi a importância de Maria neste acontecimento fundante que foi o Pentecostes?
Maria foi quem confirmou a fé dos discípulos no momento que estes mais precisavam, pois eles estavam desolados, tristes, desanimados, sem compreender a situação e o que aconteceria com eles. Ela permaneceu com eles em Jerusalém, pois esta foi a ordem de Jesus aos discípulos. Estavam unidos em oração até que fossem revestidos da força do alto (cf. Lc 24, 49).
A Virgem Maria foi aquela que esteve presente nos três eventos mais significativos da história da salvação: na Encarnação do Verbo, no Mistério Pascal de Cristo e no Pentecostes. Ela, que é a mulher cheia de graça (cf. Lc 1, 28), estava reunida com os Apóstolos no cenáculo, em Jerusalém, quando aconteceu o derramamento do Espírito Santo.
O Espírito repousou sobre eles, como línguas de fogo, e ficaram cheios dos Espírito Santo. Pedro, que havia negado Jesus três vezes, pregava com desassombro, levando a muitos ao arrependimento e à conversão de vida. Estes eram batizados e recebiam também o dom do Espírito Santo.
Maria é esta presença silenciosa, que está presente nos momentos decisivos de nossa vida. Com ela, somos chamados a perseverar na oração e, principalmente neste tempo que antecede a Solenidade de Pentecostes, somos chamados à conversão e a clamar o dom do Espírito Santo. Pois, como Pedro, precisamos da força do alto para sermos fiéis à missão que o Senhor nos confiou, em nossas famílias, em nossos trabalhos, em nossas comunidades. Estejamos unidos à Virgem Maria em oração e peçamos o Espírito Santo, para que sejamos fiéis a Cristo e a Igreja.